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Sugestão de conduta para as empresas frente a pandemia do coronavírus – COVID-19.

Prezados clientes,

Em atenção ao Decreto 515, de 17 de março de 2020, e diante da pandemia ocasionada pelo COVID-19, informamos que estamos cumprindo com as recomendações e determinações das autoridades públicas.

Estamos suspendendo os atendimentos OCUPACIONAIS a partir de AMANHÃ ( 20/03), em principio, até quarta-feira 25/03 seguindo recomendações de quarentena .

Permanecemos com atendimento em CLÍNICA MÉDICA, LIMITADO AOS CASOS EMERGENCIAIS. REFORÇAMOS QUE EM CASO DE ATENDIMENTO, NÃO TRAZER ACOMPANHANTES, BUSCANDO LIMITAR AO MÁXIMO A POSSIBILIDADE DE TRANSMISSÃO DO VÍRUS.

Eventuais dúvidas ou questionamentos indicamos contato em nosso número celular: (47) 99901-3956.

Contamos com a colaboração e compreensão de todos estando certos de que estas medidas irão auxiliar na contensão da disseminação deste vírus. Abaixo, preparamos mais algumas ações que podem ser tomadas dentro das empresar para conter a transmissão do vírus nas empresas:

1 – FUNCIONÁRIOS QUE ESTEJAM CHEGANDO DE OUTROS LUGARES (em especial do exterior) recomenda-se FORTEMENTE ISOLAMENTO DOMICILIAR “QUARENTENA” POR 14 DIAS MÍNIMOS mesmo para casos sem sintomas (assintomáticos) e busca por ASSISTÊNCIA MÉDICA DE URGÊNCIA EM CASO DE ALGUM SINTOMA SEGUIDO DE ISOLAMENTO DOMICILIAR POR MAIS 14 DIAS. Após este período, em casos assintomáticos, PASSAR POR EXAME MÉDICO ANTES DE RETORNAR AS ATIVIDADES LABORAIS.

2 – HIGIENE DAS MÃOS: Ao chegar na empresa, antes iniciar as atividades, o funcionário deverá lavar as mãos com água e sabão, esfregando as mãos, punhos e entre os dedos por no mínimo 20 segundos. Lembramos que mais importante que o álcool gel é lavar as mãos com frequência. Após lavar as mãos, utilizar álcool gel. Usar álcool gel ou lavar as mãos sempre após contato com outras pessoas.

3 – HIGIENIZAR SUPERFÍCIES COM ALCOOL 70%: é importante destacar que há estudos indicando que o vírus pode permanecer por até 5 dias ativo e em superfície plástica, 4 dias em madeira, 48 horas em aço e até 8 horas em outras superfícies por isso a importância da higienização das superfícies onde há o contato de muitas pessoas como por exemplo, bancadas de atendimento.

4 – MANTER AMBIENTES VENTILADOS: abra as janelas, mesmo com ar condicionado ligado. Estudos apontam que o vírus permanece no ar ambiente por algumas horas e por isso a importância da ventilação de ambientes.

5 – LIMITAR ÁREAS DE CONVÍVIO: se a empresa possui áreas de convívio de funcionários, visitantes ou terceiros; estas devem ser limitadas. As pessoas devem manter distância de 2 metros e devem evitar o compartilhamento de qualquer objeto. Os móveis e utensílios compartilhados, devem ser higienizados com álcool 70% com frequência. Uma ideia é fornecer nestas áreas borrifadores com álcool 70% para uso e higienização de mesas, móveis e outros utensílios compartilhados (a exemplo dos que são usados em academias de ginastica para higienização de aparelhos).

6 – RESTAURANTES E HORÁRIOS DE ALIMENTAÇÃO:

– Lavar as mãos antes da refeição. Seguir item 2 de higiene das mãos.
– Dentro das possibilidades, dividir os horários de refeição em grupos menores e estes grupos orientados a não se sentarem próximos ou em conjunto.
– Solicitar, dentro das possibilidades, que o buffet se mantenha protegido e que as pessoas mantenham distância das refeições oferecidas.
– Não compartilhar talheres para servir o prato, solicitar que a refeição seja servida por pessoa (s) paramentada com avental, máscara, óculos e luvas limitando assim o compartilhamento de utensílios.

7 – Caso algum funcionário apresente algum dos sintomas descritos no quadro clínico (TOSSE 65-80%; FEBRE 45% NO MOMENTO DO EXAME E 85% NA EVOLUÇÃO DA DOENÇA; FALTA DE AR (DISPNEIA) 20-40%; SINTOMAS GRIPAIS 15%; DIARREIA 10% buscar assistência médica e caso apresente falta de ar, buscar assistência médica hospitalar com urgência.

8 – Limitar viagens ao máximo, mesmo dentro do estado.

9 – Limitar reuniões e/ou transito desnecessário.

 

RECOMENDAÇÕES A SEREM PASSADAS AOS COLABORADORES:

  • SINTOMAS/ QUADRO CLÍNICO:
  1. TOSSE 65-80%
  2. FEBRE 45% NO MOMENTO DO EXAME E 85% NA EVOLUÇÃO DA DOENÇA
  3. DISPNEIA 20-40%
  4. SINTOMAS GRIPAIS 15%
  5. DIARREIA 10%
  • RECOMENDAÇÕES:
  1. RESTRINGIR O CONTATO SOCIAL É A MELHORA ATITUTE NO MOMENTO – COM ISSO SUGERE-SE FORTEMENTE QUE AS ATIVIDADES OPCIONAIS SEJAM EVITADAS E QUE SE FAÇA APENAS O QUE É OBRIGATÓRIO.
  2. MANTER OS AMBIENTES VENTILADOS.
  3. HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS, PREFERENCIALMENTE LAVAR AS MÃOS E APLICAR ALCCOL GEL 70% (OU MAIS), QUANTO MAIS, MELHOR E SEMPRE APÓS CONTATO COM OUTRAS PESSOAS. IMPORTANTE DESTACAR QUE HÁ ESTUDOS INDICANDO QUE O VÍRUS PODE PERMANACER POR ATÉ 5 DIAS ATIVO EM SUPERFÍCIE PLÁSTICAS, 4 DIAS EM MADEIRAS, 48 HORAS EM AÇO E ATÉ 8 HORAS NAS DEMAIS SUPERFÍCIES. ÁGUA E SABÃO PARECEM TER A MESMA EFICÁCIA QUE O ÁLCOOL GEL E DEVEM SER UTILIZADOS TAMBÉM, ESPECIALMENTE QUANDO HOUVER SUJEIRAS NAS MÃOS.
  4. NÃO TOCAR OLHOS, NARIZ OU BOCA ANTES DE HIGIENIZAR AS MÃOS.
  5. AO TOSSIR OU ESPIRRAR, APOIE (PROTEJA A FACE) NO COTOVELO E NÃO NAS MÃOS, OU USE LENÇOS DESCARTÁVEIS. APÓS TOSSIR, LIMPE AS MÃOS COM ÁGUA E SABÃO E/OU ALCOOL GEL.
  6. NÃO COMPARTILHE COPOS, TALHERES, CANETAS OU OBJETOS PESSOAIS.
  7. MANTER AO MÁXIMO A DISTÂNCIA DE PESSOAS FORA DE SEU CÍRCULO HABITUAL E, MESMO NESTES CASOS, PROCURAR SEMPRE ESTAR A 2M DE DISTÂNCIA, POIS É ESTE O RAIO DE AÇÃO DO VÍRUS QUANDO EJETADO POR TOSSE OU ESPIRRO DE PESSOA CONTAMINADA.
  8. CASO APRESENTAR ALGUM DOS SINTOMAS DESCRITOS NO ‘QUADRO CLÍNICO’, BUSCAR ASSISTÊNCIA MÉDICA E CASO APRESENTA FALTA DE AR, BUSCAR ASSISTÊNCIA MÉDICA COM URGÊNCIA.
Divulgação: Securi Medicina e Segurança do Trabalho

Você sabia? Alteração na exigência de laudos de segurança e medicina do trabalho para MEI, ME e EPP.

Em busca de desburocratizar e diminuir os encargos para empresas de pequeno porte: MEI, ME e EPP (para grau de risco 1 e 2), o governo publicou em 30 de julho a Portaria 915, desobrigando estas empresas a realizar os laudos de segurança e medicina do trabalho (PPRA, LTCAT e PCMSO para empresas que não possuem riscos ocupacionais), desde que estas apresentem uma declaração de inexistência de riscos elaborada por profissional habilitado. A Securi, através da avaliação de Técnicos de Segurança e homologada por Engenheiros de Segurança do Trabalho, possui habilitação para realizar esta declaração atestando a inexistência de riscos e mantendo sua empresa em conformidade com as exigências legais. Sua empresa ainda pode contar com toda a nossa estrutura e horários médicos para realização de exames admissionais, demissionais e periódicos com disponibilidade de horários e ótimo ambiente e atendimento.

Divulgação: Securi Medicina e Segurança do Trabalho

TST define o que caracteriza insalubridade máxima em hospital

A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou indevido o pagamento de adicional de insalubridade em grau máximo a um médico. De acordo com o relator, juiz convocado José Antonio Pancotti, o Ministério do Trabalho (Anexo 14 da NR 15 da Portaria nº 3.214/78) reserva o grau máximo somente para os trabalhos e as operações em contato permanente com pacientes em isolamento por doenças infecto-contagiosas, o que não era o caso do médico. O pedido de adicional foi feito por um traumatologista, ex-empregado do Sanatório Belém, de Porto Alegre (RS), que realizava cirurgias às sextas-feiras e visitas diárias aos pacientes. Ele também trabalhava em dois postos de saúde. A perícia concluiu que as atividades dele estavam enquadradas no grau máximo de insalubridade definido nas normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho, pois poderia atender desde pacientes apenas com problemas ortopédicos a pacientes aidéticos. O Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (4ª Região) deferiu o pagamento do adicional em grau máximo durante todo o período do contrato de trabalho, descontados os valores já pagos. No recurso ao TST, o empregador alegou que a decisão do TRT-RS violou norma regulamentadora do Ministério do Trabalho pois o Sanatório funciona como hospital geral e não admite pacientes sujeitos a isolamento, encaminhando-os a outros estabelecimentos. De acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), a execução de atividades insalubres assegura o recebimento de adicional de 40%, 20% e 10% do salário mínimo da região, de acordo com os graus máximo, médio e mínimo. Norma regulamentadora do MTb dispõe que o adicional em grau médio é devido a quem trabalha em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-contagiante, em hospitais, serviços de emergências, enfermarias, ambulatórios etc. “De acordo com a norma citada, o contato com pacientes em isolamento é determinante para caracterizar a insalubridade em grau máximo, não cabendo ao seu intérprete estender a sua aplicação para casos outros ali não elencados”, afirmou o juiz convocado José Antonio Pacotti. Ele esclareceu que a tipificação da atividade insalubre e a definição do grau correspondente foram delegadas ao Ministério do Trabalho pela CLT.

Fonte: TST - Tribunal Superior do Trabalho

Saúde Ocupacional – Condenação por surdez

Empresa é condenada a pagar R$ 24 mil a ex-empregado que ficou surdo A 1ª Câmara Cível do TA-MG (Tribunal de Alçada de Minas Gerais) condenou a erdau Açominas a pagar indenização de R$24 mil, por danos morais, um ex-funcionário que perdeu a audição devido a ruídos excessivos no ambiente de trabalho, confirmando sentença do juiz da Vara Única de Ouro Branco. O empregado trabalhou doze anos (de 1985 a 1997) na empresa, em Ouro Branco, sempre com a função de operador de leito de resfriamento, no setor de laminação, onde ficou permanentemente exposto a ruído excessivo. De acordo com o processo, a empresa passou a fornecer aos empregados, por volta de 1988, o abafador de ouvido, mas o funcionário em questão não podia usá-lo, pois trabalhava em uma cabine onde havia um telefone e um interfone, que eram utilizados durante quase todo o tempo de serviço, já que ele precisava manter contato constante com seus colegas, para que não houvesse acidente de percurso no caminho e na transformação do aço. Em agosto de 1994, já com graves problemas auditivos, o trabalhador passou a receber do INSS o benefício do auxílio-acidente. Mesmo assim, continuou em suas funções, só sendo definitivamente afastado em abril de 1996. Seu contrato de trabalho foi rescindido em novembro de 1997, quando aposentou-se por invalidez, aos 40 anos. O trabalhador já apresentava um quadro de deficiência auditiva quando de sua admissão na Açominas. Na época, o serviço médico da empresa emitiu parecer considerando-o apto, mas “devendo evitar ambiente ruidoso”. No decorrer de sua atividade, entretanto, o quadro se agravou e, conforme atestado pelo perito oficial, o trabalhador teve perda de 100% de sua capacidade auditiva. O juiz Tarcísio Martins Costa, relator da apelação cível n.º 453955-5, ressaltou em seu voto que “dúvida não remanesce de que a perda auditiva constatada prende-se às condições desfavoráveis de trabalho, onde os elevados níveis de pressão sonora a que esteve exposto sem a proteção adequada agravaram o quadro já existente, quando de sua contratação”. Os juízes Antônio de Pádua e Fernando Caldeira Brant acompanharam o relator

Processo Relacionado AP. CV. 453.955-5 (TA-MG).